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Abril Pro Rock 2008: Programação Por Palco

Abril Pro Rock 2008 - Cartaz

PROGRAMAÇÃO ABRIL PRO ROCK 2008 POR PALCO

SEXTA-FEIRA (11.04)
Abertura dos portões: 20h

AMP (PE) - palco 3
Project 666 (PE) - palco 2
The Sinks (RN) - palco 3
Mukeka di Rato (ES) - palco 1
Zumbis do Espaço (SP) - palco 2
Bad Brains (EUA) - palco 1
Vamoz (PE) - palco 2
The New York Dolls (EUA) - palco 1

SÁBADO (12.04)
Abertura dos portões: 17h

Madalena Moog (PB) - palco 3
Erro de Transmissão (PE) - palco 3
Sweet Fanny Adams (PE) - palco 2
Barbiekill (RN) - palco 3
CéU (SP) - palco 1
Violins (GO) - palco 2
Autoramas (RJ) - palco 1
Vitor Araújo (PE) - palco 2
Wander Wildner (RS) - palco 1
Rockassetes (SE) - palco 2
Jupiter Maçã (RS) - palco 1
Superguidis (RS) - palco 2
The Datsuns (Nova Zelândia) - palco 1
Pata de Elefante (RS) - palco 2
Lobão (RJ) - palco 1

DOMINGO (27.04)
Abertura dos portões: 20h
Helloween (Alemanha) - palco 1
Gamma Ray (Alemanha) - palco 1

Serviço:
Abril Pro Rock 2008
Local: Chevrolet Hall (Olinda)
Dias 11 e 12 de abril
R$ 50 inteira, R$ 25 meia-entrada. Ingresso social: R$ 30 + 1kg de alimento não perecível
Camarotes para 10 pessoas: R$ 800 (primeira fila), R$ 600 (segunda fila) e R$ 500 (terceira fila)
Dia 27 de abril
R$ 80 inteira, R$ 40 meia-entrada. Ingresso social: R$ 50 + 1kg de alimento não perecível
Camarotes para 10 pessoas: R$ 1500 (primeira fila), R$ 1000 (segunda fila) e R$ 800 (terceira fila)

* As primeiras 2 mil pessoas que comprarem ingressos para 2 ou 3 dias, juntos, ganham um CD promocional do Abril Pro Rock
* Censura: 14 anos. Menores, de 14 a 18 anos, devem estar acompanhados de parentes de até 3o grau, maiores de 18 anos.

Programação do Abril Pro Rock 2008 - Completa


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Programação do Abril Pro Rock 2008 - Completa

CICLO DE PALESTRAS DO ABRIL PRO ROCK 2008
Local: Livraria Cultura (Paço da Alfândega, Recife)
Grátis!

QUINTA-FEIRA (10.04)
14h às 15h
Produção executiva e artística de bandas.
Fabrício Nobre (Monstro Monstro) e Iuri Freiberger (produtor musical)

15h30 às 16h30
Turnês pelo Nordeste.
Anderson Foca (Centro Cultural DoSol Rockbar) e Rafael Bandeira (HeyHo Rockbar)

17h às 18h
Festivais de música independente.
Gustavo Sá (Porão do Rock, Brasília) e Marcelo Domingues (Festival Demo Sul, Londrina)

SEXTA-FEIRA (11.04)
14h às 15h
Distribuição e circulação de bandas na Internet.
Luiz Pimentel (MySpace Brasil) e Fernanda Cardoso (TramaVirtual)

15h30 às 16h30
Mídia independente. Blogs e sites ocupando espaço da imprensa tradicional.
Paulo Terron (With Lasers / Rolling Stone) e Bruno Maia (Sobremusica / Rolling Stone)

17h às 18h
Sistemas de Cooperativa.
Pablo Capilé (Circuito Fora do Eixo, Cuiabá) e Claudão Pilha (A Obra, Belo Horizonte)

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PROGRAMAÇÃO DE SHOWS DO ABRIL PRO ROCK 2008
Local: Chevrolet Hall (Olinda)
Dias 11 e 12 de abril
R$ 50 inteira, R$ 25 meia-entrada. Ingresso social: R$ 30 + 1kg de alimento não perecível
Camarotes para 10 pessoas: R$ 800 (primeira fila), R$ 600 (segunda fila) e R$ 500 (terceira fila)
Dia 27 de abril
R$ 80 inteira, R$ 40 meia-entrada. Ingresso social: R$ 50 + 1kg de alimento não perecível
Camarotes para 10 pessoas: R$ 1500 (primeira fila), R$ 1000 (segunda fila) e R$ 800 (terceira fila)

* As primeiras 2 mil pessoas que comprarem ingressos para 2 ou 3 dias, juntos, ganham um CD promocional do Abril Pro Rock
* Censura: 14 anos. Menores, de 14 a 18 anos, devem estar acompanhados de parentes de até 3o grau, maiores de 18 anos.

SEXTA-FEIRA (11.04)
Abertura dos portões: 20h

The New York Dolls (EUA)
Vamoz (PE)
Bad Brains (EUA)
Zumbis do Espaço (SP)
Mukeka di Rato (ES)
The Sinks (RN)
Project 666 (PE)
AMP (PE)

SÁBADO (12.04)
Abertura dos portões: 17h

Lobão (RJ)
Pata de Elefante (RS)
The Datsuns (Nova Zelândia)
Superguidis (RS)
Jupiter Maçã (RS)
Rockassetes (SE)
Wander Wildner (RS)
Vitor Araújo (PE)
Autoramas (RJ)
Violins (GO)
CéU (SP)
Barbiekill (RN)
Sweet Fanny Adams (PE)
Erro de Transmissão (PE)
Madalena Moog (PB)

DOMINGO (27.04)
Abertura dos portões: 20h
Helloween (Alemanha)
Gamma Ray (Alemanha)

Conheça o CD Promocional do Abril Pro Rock 2008

CD Abril Pro Rock 2008

Faixas:
01-Vitor Araújo - Valsa Para a Lua
02-Jupiter Maçã - As Mesmas Coisas
03-Céu - Malemolência
04-Barbiekill - Chiclete
05-Erro de Transmissão - Afônico
06-Wander Wildner - Reverendo Rock Gaúcho
07-Violins - Solitária
08-Sweet Fanny Adams - Flaming Veins
09-Pata de Elefante - Marta
10-Vamoz - Target of Rock
11-The Sinks - Ignored
12-Mukeka di Rato - Cachaça
13-Project 666 - Downgod

Para ganhar o cd basta ingressos para 2 ou 3 dias. Essa promoção é limitada aos 2000 primeiros ingressos.

Prova dos 9 de Vítor Araújo

Vítor Araújo (PE)

Prova dos 9 de Vítor Araújo

Publicado em 31.03.2008
Jovem pianista recifense de 19 anos lança seu primeiro dualdisc (CD e DVD) gravado no Teatro Santa Isabel
José Teles

Na noite de 20 de dezembro, do ano passado, o pianista Vítor Araújo deixou o Teatro de Santa Isabel chateado. Tinha acabado de apresentar o concerto mais importante de sua (curta) carreira, produzido para a gravação do primeiro DVD e CD pela Deckdisc: “Sou meio perfeccionista, e achei que tinha sido ruim. Cometi algumas falhas técnicas, e falei, sem pensar, coisas que me vieram à cabeça”. Porém, ao ver o vídeo, ele diz que mudou de idéia: “Posso até ter errado, falado bobagem, mas foi tudo espontâneo, e ali é tudo espontâneo, a minha verdade é aquela”, diz o recifense, de 19 anos, que em pouco mais de dois anos de profissional, atraiu a atenção do País inteiro para seu jeito peculiar de tocar piano.
“Provar” é uma palavra que ele usa com freqüência. Ele quer, por exemplo, provar que não há barreira entre o erudito e o popular, entre a MPB e o rock and roll, entre Villa-Lobos e Tom Zé (cujo samba Toc dá título ao dual disc (CD e DVD num único disco) que a Deck lança esta semana), e que o leva para uma série de show no Rio e em São Paulo. Portanto, a foto da capa que o mostra subindo na banco, já com um dos pés no teclado do instrumento é mais uma destas provas: “É verdade, eu falo muito em provar, talvez seja até uma besteira minha, mas subi no piano para provar que o instrumento não é sagrado como grande parte das pessoas acham. É uma atitude provocativa, uma coisa que peguei do programa de (Antônio) Abumjanra na TV Cultura, logo de cara quebro este tabu que se tem com o piano”, explica-se.
No recital Vítor Araújo mescla Villa-Lobos (um dos seus compositores prediletos), com o ecletismo de Tom Zé, o rock da banda inglesa Radiohead, o baião de Luiz Gonzaga, a MPB sofisticada de Chico Buarque, e a música erudita de Edino Krieger e Cláudio Santoro. Ele estréia como compositor, com duas peças Valsa para a lua e Última sessão (esta última composta para um documentário de Wilson Freire). “Minha paixão com Villa-Lobos vem de quando comecei a estudar piano, foi o compositor com o qual mais me identifiquei, e a inspiração para eu não me limitar a um estilo musica. A música de Villa-Lobos é muito híbrida”, diz Vítor Araújo.
Pode-se gostar ou não da forma nada ortodoxa de interpretação de Vítor Araújo. O compositor Marlos Nobre, por exemplo, não gostou do que ele fez com a sua Frevo, encetando uma polêmica que, indiretamente, colaborou para tornar o então adolescente pianista conhecido País afora. Diante dele e de seu piano o que não há é indiferença na platéia. Esta permanece em completo silêncio quando ele executa Comptine d”un outre été, de Yan Tiersen (do filme O fabuloso destino de Amélie Poulain). Não apenas pela suavidade melódica da canção, mas pela entrega do músico. Ele parece possuído, fora de si, com os olhos fechados deixa que a música o leve. É impossível desviar os olhos daquele quase garoto sentado diante de um imponente piano Yamaha: “Costumo dizer que o artista faz sua arte, qualquer que seja ela, por necessidade. Quando toco é como se tivesse sob o poder de uma droga, vou para outro lugar. Porém o objetivo é levar as pessoas junto comigo. Eu sou assim os pés no chão e a cabeça nas nuvens”.
Vítor garante ter continuado com os pés no chão mesmo depois de ter sido contratado pela Deckdisc, uma das maiores gravadoras nacionais. Algo com o qual ele nem sonhava quando começou a ser notado como músico: “Não esperava nunca que isto acontecesse, ainda mais porque faço música erudita, e não é comum que as gravadoras se interessem por este tipo de música. Mas a reação do público vem sendo muito boa. E tiro isto pela quantidade acessos no Myspace da música Paranoid android, que vai ser o single do meu trabalho”, diz ele, que, devido aos vários compromissos, nos próximos meses, viu-se obrigado a trancar o curso de música na UFPE (continua com seus professores particulares, Edson Bandeira de Melo e Andréa da Costa Cavalcanti, com os quais se aperfeiçoa nos mestres, Bach, Beethoven, Chopin etc).
Simples, como os trajes que usa no show (camiseta, jeans e tênis All Star), Vítor Araújo acha que a razão de seu sucesso é por que se mostra como é, sem invenções, nem pretensões: “Talvez eu ainda erre muito, sou muito jovem. Aliás quando cometo um erro técnico, fico depois do remoendo o erro. É tudo muito metafísico esta coisa da forma como eu toco, talvez muito intuitivo, mas o que se vê no palco é a minha verdade”.

fonte: http://jc.uol.com.br/jornal/

MÚSICA II
Um pianista iconoclasta
Publicado em 31.03.2008

O garoto adentra o palco, dirige-se ao piano, põe um pé no banco, outro sob as teclas do instrumento. Extrai delas um acorde forte, sonoro. Em seguida desce, curva-se sobre o piano, comete alguns pizzicatos nas cordas. Quer provar que não há nada misterioso, nem diferente no piano? No piano talvez não, mas nele sim. Não é normal, numa região em que Ivete Sangalo é considerada o supra-sumo da MPB e Saia Rodada lota casa de espetáculos, se ver um teatro repleto para se assistir a um adolescente de 19 anos tocar músicas como a Dança do índio branco, primeira peça do concerto que resultou no dual disc Toc ao vivo no Teatro Santa Isabel (Deckdisc).
Vendo-se o vídeo a primeira comparação que se leva a fazer de Vítor Araújo é com o canadense Glen Gould, não apenas pela iconoclastia comum a ambos, mas pela pegada diferente no instrumento. Vítor, naturalmente ainda tem muito o que aprender, mas não estilo a forjar. Ele possui sua maneira pessoal de tocar, ou melhor de interpretar. A cada peça que apresenta em Toc ele imprime sua marca pessoal. Até sua falas, algumas meio ingênuas, próprias da idade, como quando fala em encontrar Villa-Lobos e Bach nas nuvens (quando toca sua Valsa pra lua), ou quando fala sobre sua fase rock and roll (“Aos cinco anos eu sabia de cor o The wall, do Pink Floyd), e diz um “bosta”, palavra que não se ouve muito em um recital de erudito.
Ele está perfeito em, como diz Vítor, em sua verdade, e a produção do vídeo idem. O Santa Isabel pode até possuir uma acústica boa, mas para gravação de vídeo não é o lugar ideal. Falta espaço para melhor disposição das câmeras. No caso de Vítor Araújo estes obstáculos não foram empecilho para a captação de imagens, em tons azulados, intimistas. E dinâmicas. Ao fim das onze peças (nove no CD) fica a certeza: este garoto vai, muito, longe. (J.T.)

link: http://jc.uol.com.br/jornal

Vitor Araújo tocando Paranoid Android

Paranoid Android do grupo inglês Radiohead que o jovem pianista adorna com as estéticas musicais de Bethoveen, Chopin, Villa Lobos e Bach

Vitor Araújo (PE)

Vítor Araújo (PE)

O pianista Vitor Araújo, 18 anos, iniciou seus estudos aos nove anos de idade, no Conservatório Pernambucano de Música. Destacou-se na infância e na adolescência pelos vários prêmios que recebeu, como a Menção Honrosa no Concurso Magda Taggliaferro, em São Paulo, e as primeiras colocações nos Torneios Pernambucanos de Piano, nos anos de 2001 e 2005, além de prêmio de Melhor Intérprete de Música Brasileira, no Torneio Josefina Aguiar. Hoje é estudante do Curso de Bacharelado em Piano na Universidade Federal de Pernambuco.

Nos dias 03 e 19 de novembro de 2006, gravou em duas apresentações no Salão Nobre do Teatro de Santa Isabel, o DVD-demo “Variando“. Tal concerto ganhou proporções nacionais, ao ser comentado em capas de cadernos de cultura de vários jornais, como o Correio Braziliense, Diário de Pernambuco e Jornal do Commercio, e causou polêmica pelas improvisações inseridas em obras eruditas consagradas. Apesar de seu único trabalho artístico ser baseado na música erudita, passeia musicalmente pelo jazz e pela música popular brasileira. Costumeiramente é convidado para fazer participações em shows de outros artistas e integra, junto a outros músicos, a “Seu Chico”, um projeto de resgate das composições de Chico Buarque, banda que regularmente se apresenta em Recife e outras cidades do nordeste. Além do Trio de Jazz, denominado Projeto “Café dell Jazz” junto com Ângelo Mongiovi (Guitarrista da “Mula Manca e a Fabulosa Figura”) e Márcio Silva (Baterista da “Zé Cafofinho”).

Polêmico entre artistas e jornalistas, Vitor Araújo disponibilizou 4 vídeos do DVD “Variando” no site de vídeos “youtube.com” onde já obteve mais de 30.000 acessos em apenas seis meses de exposição, o que caracteriza uma extraordinária aceitação e repercussão, estando incluído por alguns sites, como um dos melhores vídeos de música erudita, com especial destaque para o seu arranjo de Asa Branca (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira).

Em julho (21) de 2007, foi atração principal do Palco Instrumental do Festival de Inverno de Garanhuns no Parque Ruber van der Linden, e em 08/09/2007 veio a consagração nacional, apresentou Concerto no Convento de São Francisco (Olinda-Pe) na Mostra Internacional de Música de Olinda – MIMO, ao lado de ícones como: Antonio Menezes, Naná Vasconcelos, Egberto Gismonti, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Isaac Karabtchevsky, etc. Foi considerado o melhor show pelo Diário de Pernambuco, o Estadão (SP) tachou-o de a grata surpresa, o Jornal do Brasil abriu sua primeira página do Caderno de Cultura para falar exclusivamente do que ele chamou de novo fenômeno da música brasileira, enquanto a jornalista Ana Paula de Sousa da Carta Capital (19/09/2007) em seu artigo; “Virtuosa Molecagem”, assim o descreveu “…Araújo tem de sobra uma capacidade: fazer o piano soar humano, simples.” No programa de Jô Soares (18/10), deu uma entrevista entre as de maiores repercussão em 2007. Vitor Araújo gravou, no final de 2007, o seu primeiro DualDisc ao vivo pela gravadora Deckdisc, no Teatro de Santa Isabel, no Recife.